13 outubro 2007

Flores amarelas


Para ti...

Enquanto escreves por linhas correntes e te vais deixando levar pelo que acontece. Toma nas tuas mãos a simplicidade gigante da criação. Um desejo de fundo do mar. Totalidade, grandeza, plenitude... em momentos de fugaz fragilidade.

E percebe o quanto o Amor transforma o que sentes. Muda o que tocas, ouve um sinal de que tudo é diferente ao olhar. Uma espécie de gratuidade existencial, uma forma agradecida de se dar sempre e a todos. Em dias de céu azul ou nuvens cinzentas.

Uma planície semeada de alegria leva-te aos teus lugares interiores. Uma casa nunca deixada para trás, onde chegas, te sentas, e dormes abraçado... em luz de fim de dia.


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2 comentários:

ceci disse...

...e se tu és um lugar, e se esta musica que ouço é de vento que passa e move as folhas das arvores, o cabelo despenteado e aquele arrepio repentino e meio frio que nos invade enquanto passeamos nos nossos pensamento e o nosso corpo frui a beleza da planicie que se deita mesmo em frente,

...se há coisas que nos mexem em profundidade e nos tocam sem sabermos bem como, mas nos transformam em Alegria, daquela que transborda sem querermos, :)

...então eu reconheço-me e agradeço-te por me mostrares tantas vezes e de forma tão simples o Amor.

...e "sempre que chego, sento-me e adormeço" em Paz :)

Di disse...

Que lindo=)
Bem de dentro do coração que quando lemos toca, não através da linguagem das palavras mas dos sentimos, onde tudo é mais profundo.

Bigada pelas palavras aos dois***

 

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