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27 maio 2008

Mundo colorido

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É preciso deixar correr as cores e não ficar parado em paisagens cinzentas. Um artista pinta um quadro não deixando escapar a força da cor. Talvez para que fique gravado um momento em que quis significar um sentimento, uma abertura para o seu próprio mundo.

Cada dia experimentamos um excesso de algo que vai para além do que vivemos. Muitas vezes, o problema é não saber como lidar com ele, parecem desafios grandes de mais, ou desinstalam-nos de programas feitos e rotinas confortáveis.

Tenho-me dado conta que não é muito fácil viver de acordo com os desafios de ir mais além cada dia. Às vezes não é mesmo possível, mas o estar disponível para dar alguma cor nova a qualquer acontecimento do dia abre o coração para um modo de estar mais irrequieto e artista.

07 fevereiro 2008

Fazer com alegria

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É bom rodear-nos de coisas bonitas e alegres... que não servem para esquecer sombras, mas para lembrar que estas não são tudo.

Hoje pensei em últimas palavras, e nas coisas que posso dizer que tenho como definitivas... são muito poucas, ou talvez nenhumas... Há uma parte da nossa experiência de ser completos, de verdadeiras formas de amar e ser amado, de certezas de caminhos a percorrer. Mas isto tem qualquer coisa de tão definitivo como sentir o vento.

É uma experiência de liberdade e confiança. É belo sentir o vento no alto da montanha, cheguei ao topo das minhas considerações e à resolução dos grandes dilemas da Vida. Mas passa depressa, fica o regressar de coração cheio as coisas de sempre, com uma nostalgia de ter voado para longe.

Porque o meu definitivo tem uma parte eterna, que nunca posso considerar minha... alguns chamam sorte, fado ou destino... Prefiro dizer que é uma eternidade presente. Vivo no meio de cores que atravessam transparências, e com as quais vivo feliz.

26 janeiro 2008

Pensar em cores

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Azul de céu e mar, e se fossem as árvores? Amarelo... é o sol, ou a minha lua escondida... As minhas memórias poderiam ser escritas num filme que foi um sonho.

Bastaria mostrar coisas conhecidas... não sei! às vezes não as encontro... e se abro a caixa das surpresas, estão lá. A minha vida é uma novidade, queria dizê-la em sons, mas não se ouvem por causa das buzinas dos automóveis... ou se falar numa paisagem deserta, os pássaros estão ocupados demais para a ouvir.

Trago uma cor para Ti... que a levas na tua mão e deixas pousada no centro da mesa, como uma fotografia... e assim podes olhar, uma cor minha que passa a ser tua...

E fica outra cor? Talvez sim, imagino que multiplicada por mil milhões de vezes, tantas quantas as possibilidades que Tu encontras de colorir o nosso mundo.


19 novembro 2007

Serenidade

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É importante não deixar perder a cor fundamental. O pano de fundo da Vida, onde cada dia desenho o que acontece e trabalho com os sentimentos.
Um dia de sol e frio traz oportunidade de estar sentado a enriquecer a imaginação. Trazendo pedaços do passado e transformá-los em desejos presentes.

A serenidade não se assusta com o que acontece, mesmo que doa. Os desafios do dia a dia às vezes são extremamente bloqueadores. E custa pensar que a Vida não é só esta cor. De repente, mergulham-se todos os pincéis na mesma cor escura.

E é nesta altura que nasce o desejo de trazer cores novas e misturar o que acontece com aquilo que há-de vir. E o quadro é tão mais completo....

04 novembro 2007

De cor

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Decorar é um verbo cheio de significados. Pode ser gravar na mente, ou memorizar... a origem da palavra diz que é gravar no coração. Somos muito mais rápidos a pensar que a sentir, ou pelo menos pensamos que seja assim, porque tendemos a pensar mais sobre os sentimentos do que propriamente deixá-los falar por si.

Os sentimentos são as cores de contacto entre o coração e o mundo. Não penso Beleza, sinto-a, não penso Amor, entrego-me. O pensamento ajuda a ver a autenticidade do sentimento. Arrumar uma cor no sítio certo.

E, assim, faço o gesto de decorar o meu espaço, encher de cores a Vida, viver em harmonia com o que sinto e com o que se revela a mim próprio como autêntico. Decorar a vida é gravá-la com sentimentos completos, que me unam naquilo que sinto e naquilo que penso, no que quero ser e no que quero fazer.

13 outubro 2007

Flores amarelas

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Para ti...

Enquanto escreves por linhas correntes e te vais deixando levar pelo que acontece. Toma nas tuas mãos a simplicidade gigante da criação. Um desejo de fundo do mar. Totalidade, grandeza, plenitude... em momentos de fugaz fragilidade.

E percebe o quanto o Amor transforma o que sentes. Muda o que tocas, ouve um sinal de que tudo é diferente ao olhar. Uma espécie de gratuidade existencial, uma forma agradecida de se dar sempre e a todos. Em dias de céu azul ou nuvens cinzentas.

Uma planície semeada de alegria leva-te aos teus lugares interiores. Uma casa nunca deixada para trás, onde chegas, te sentas, e dormes abraçado... em luz de fim de dia.


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22 fevereiro 2007

Viagem da cor

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Onde se perde e onde se encontra a cor? A cor dos olhos é profunda, a do céu é grande. Gosto de cachecóis coloridos, parece que aquecem mais.

As cores de uma igreja à luz das velas são laranjas claros e escuros. Hoje vi um carro azul claro, era bonito.

Nunca contei os verdes da paisagem de uma montanha, talvez não seja possível reparar em todos... e mudam com as horas e os meses.

Passam as cores, mantém-se aquelas que são as mais vivas. Não gosto de sonhos a preto e branco. Gosto mais de os ter coloridos, mesmo que sejam árvores vermelhas e relva azul, com um urso polar amarelo, no centro. No fim de contas, a Vida é mesmo genial se a quisermos ver com a criatividade de Quem um dia pôs as cores no mundo.
 

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