
Hoje é a festa de todos os santos. A Igreja celebra não só os santos que foram proclamados ao longo dos séculos, mas também é o dia em que se recordam todos os exemplos de vida cheia de Deus dos que viveram durante a história e que não chegaram aos altares. É o dia em que se acredita plenamente no homem. É também o dia em que nos lembramos das pessoas que marcaram a nossa caminhada de fé e crescimento humano e espiritual, que são para nós exemplos de santidade.
Este dia faz-nos recordar que a santidade não é algo distante, mas perfeitamente possível, à qual estamos chamados continuamente. Por sermos capazes de alargar as nossas energias de amor e doação até ao infinito, de sermos mais que os nossos limites, de sermos verdadeiros e coerentes com aquilo que acreditamos ser o bem.
Por isso, gosto tanto desta festa. É o dia em que rezo para ter a certeza de poder um dia chegar lá, de poder ter aquela convicção, alegria, paz e humildade que caracteriza os exemplos palpáveis que tenho dos amigos de Deus. E são muitos... porque não eu também?
Este dia faz-nos recordar que a santidade não é algo distante, mas perfeitamente possível, à qual estamos chamados continuamente. Por sermos capazes de alargar as nossas energias de amor e doação até ao infinito, de sermos mais que os nossos limites, de sermos verdadeiros e coerentes com aquilo que acreditamos ser o bem.
Por isso, gosto tanto desta festa. É o dia em que rezo para ter a certeza de poder um dia chegar lá, de poder ter aquela convicção, alegria, paz e humildade que caracteriza os exemplos palpáveis que tenho dos amigos de Deus. E são muitos... porque não eu também?


