21 dezembro 2007

Vida de origens


Há alturas em que sinto mesmo necessidade de ir ao campo, depois de muito tempo no meio da cidade. Por ser esta a minha origem, uma terra de cultivo e rebanhos.

Há um simplicidade que começa com o nascer do sol, onde não se ouvem os carros, mas uma vida calma, com rituais precisos. É fácil encontrar as mesmas caras à mesma hora e tudo corre com um tempo que tem tudo de completo. Vivo tanto de mim em memórias destas...

Este Advento pode ser uma descoberta de um tempo simples, levado por dentro, em contacto com a terra que pisamos. Além disso, é na vida de pequenos pastores que surge a notícia de que o Céu está entre nós. Talvez não fosse, por isso, uma surpresa demasiado grande. Havia espaço e tempo para acolher qualquer coisa incompreensível, mas que leva o selo da eternidade.

2 comentários:

Anónimo disse...

Ho, you are so bucolic ... keep going!Best, G.

Antonio Valerio, sj disse...

Ha! Tu scherzi! =P Ma va bè', ho delle fasi sentimentali, vero? Ieri siamo stati ad Asisi, veramente poetica campagna! Ho pregato per te... Auguri =)

 

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