15 dezembro 2007

3...2...1... =)


Vivo nesta fronteira entre a alegria e o medo do que me é confiado, ao viver os momentos em que percebo claramente que tudo me é posto nas mãos e ao mesmo tempo me lanço no infinito.

Lembro-me que sempre disse que nascemos para ser grandes. E descubro na minha pequenez uma força inacreditável de amar com todo o sentido. E sinto-me feliz, muito feliz.

Hoje, num passeio, vi uma frase de Goethe a propósito de um aqueduto romano que ligava duas montanhas e duas torres, e estava de tal modo metido no vale e nos declives que parecia que sempre esteve lá!

"E agora percebo com quanta razão sempre achei detestáveis as construções feitas por capricho... tudo coisas nascidas mortas, pois aquilo que verdadeiramente não tem em si uma razão de existir, não tem vida, e não pode ser grande nem vir a ser grande".

E o nosso coração é a fonte mais preciosa de Vida... não temos alternativa à nossa grandeza.

2 comentários:

Jorge disse...

António Companheiro amigo.
Encontrei o teu Blog
e ........... contemplei o sabor de um encontro de Natal, próximo / distante .... E revi-me em Roma há vinte e seis anos. Foi ontem.
Saboreei cada uma das fotos feitas de Oração. Percebi que Ver é também Contemplar quando a imagem repassa na alma de um Companheiro e lhe permitimos ressoar no Oco de Deus cá dentro.

Sim, natal de nascer do Alto e do Espírito lá onde estamos com Ele.
............... Fico atento aos teus pedidos.
jorge Oliv. jesuíta

Antonio Valerio, sj disse...

P. Jorge! Viva!
Muito obrigado pela sua visita! De facto, Roma abre-nos muitas possibilidades por dentro e por fora. E vamos descobrindo o nosso lugar, onde Deus entra cada vez mais completamente. Rezo por si e Bom Natal. Abraço

 

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