18 dezembro 2008

Limite ou a falta deles

É algo evidente que que temos limites. Não conseguimos ser aquilo que sonhamos, acontecem-nos coisas que não esperamos, o nosso corpo simplesmente não está sempre a 100%. E se passamos para a nossa interioridade, aí a confusão pode ser maior. De certo modo, seria mais óbvio que estivesse nas nossas mãos mudar em nós os defeitos em virtudes. Mas isso nem sempre acontece. Ou por preguiça, ou por medo, ou por acomodação...

Há duas faces positivas do limite: a aceitação e o superamento. E duas faces negativas: a ilusão e o desistir. No fundo, está em jogo a nossa verdade e o que somos diante de nós mesmos. Um certo realismo de perceber que há coisas em nós, nos outros e no mundo que não podemos mudar. Mas também uma verdade corajosa que vê mais do que aquilo que está presente. A nossa verdade é este equlibrio e luta entre verdade presente e verdade futura.

Onde eu for mais igual a mim mesmo, no presente e no futuro, é onde os limites são mais ténues e onde as possibilidades de crescer são maiores. E é nesta tensão de descoberta e caminho que me encontro.

1 comentários:

Carina disse...

"Da-Me coragem para mudar aquilo que eu posso mudar e serenidade para aceitar aquilo que eu não posso mudar.
Da-Me sabedoria para o saber discernir."
Rezo para que assim aconteça comigo nos passos de vida.

Beijos,
Carina

 

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