27 maio 2009

Paragem


Estes dias tenho andado a fazer uma maratona para terminar os trabalhos que tenho que fazer antes de começar os exames, na próxima semana. Não me está a deixar muito confortável, já que prefiro sempre fazer as coisas com alguma calma, sem ter de estar a fazer só para cumprir prazos e calendários.

Porque parece que a pressa não faz sair as coisas desde dentro e sinto-me demasiado prático.


Por outro lado, fiquei contente por me dar conta disso, acho que é bom percebermos que aquilo que fazemos tem origem numa intenção e que serve algum objectivo para além de uma nota, um ordenado ou um resultado concreto. Serve a construir algo novo, que seja meu, e uma dádiva ao mundo.


Aquilo que fazemos é uma marca nossa, que ninguém faria no nosso lugar. E isso é óptimo! Por isso, antes de começarmos a criar cada coisa, mesmo os acontecimentos banais, podemos parar e ver o que vai nascer. Pode dar muito sentido ao que acontece, e não somos arrastados pela eficácia, mas contruídos no dom.

3 comentários:

Mlee disse...

Algo a considerar no início de um processo daqueles que me dá a volta ao estomago :)
Bom trabalho, bom estudo.
Sai mais uma oração para o período de exames.
Beijinhos

Eduard López disse...

coraggio vicino!!!
peglio è studiare diritto canonico...

eduard

Antonio Valerio, sj disse...

Boa sorte, Mlee! Também rezo ;)

Eduard, veramente, me ricordo due anni fa le sofferenze per studiare il diritto canonico, ma alla fine, ti domandi: tanto tempo per questo? =) Auguri! ;)

 

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