24 abril 2007

Leveza


Há poucas coisas que me façam estremecer por dentro como a contemplação de um espírito livre. Ontem falava sobre isto com uma pessoa amiga. Que um dos grandes desafios que sentimos é poder aproveitar em profundidade os momentos de crescimento.

Porque às vezes não é fácil viver dias mais cinzentos, e não se tem a certeza absoluta que, no fim, vai ficar tudo bem. Como acaba por ficar. O optimismo mais radical perante a Vida nasce, não de um conjunto de facilidades, mas de experiências de confusão e, às vezes, dor.

É fácil dizer que ninguém pode dar o que não tem. E é verdade. Mas começo a acreditar que o que de mais precioso se pode dar, é precisamente a experiência de não ter tido algo.

Isto abre a amar o que se tem sempre. Cria liberdade... tudo aquilo que mais nos fascina.

5 comentários:

Di disse...

Realmente, a partilha das nossas dificuldades tornam-nos mais ricos...apercebemo-nos de como crescemos com elas. Queiramos quer não fazem parte da nossa vida e sem elas não crescemos em muitas áreas. O desafio da confiança é exactamente ter essa consciência que mesmo o mar estando agitado o calma vem ai. E isso permite-nos dar valor a acada um desses momentos.
Bigada por estas conversas tão ricas e cheias de partilhas profundas!
És sem dívida uma luz...um menino de Deus!
Beijinho colorido***

tchivinguiro disse...

O AMOR, António, também cresce na DOR.
Beijinho

Anónimo disse...

meu querido valerio, como diss ricardo reis«sê todo em cada coisa poe quanto es no minimo que fazes..» nem sempre e facil mas s formos todos os dias inteiramente nós o abraço que dermos ou a palavra que pronunciarmos vai ser eternemente preciosa... um beijo grande luz*

mary* disse...

António,
Quando temos Jesus nos nossos corações e quando deixamos que Ele viva em nós, o nosso ser ganha VERDADEIRA liberdade e tornamo-nos ousados para ir em frente e aceitar a cruz de Cristo. como diz S. Paulo: "Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive me mim."

mary* disse...

Esta é que é a meta do cristão.
Sabes, PRECISAMOS ter esta meta para podermos dizer como S.Paulo "Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim."

TSC..TSC... ;)
Porém, antónio, lembrei-me de uma coisa imoportante:
existem fardos que NÃO são parte da cruz que Jesus nos convida a carregar. São coisas mal resolvidas e traumas que ficam por falta de oração até de verdadeira vida em Deus.

;)

abraço.

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