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Das coisas mais impressionantes dos tempos de reviver e saborear de novo paisagens conhecidas é o olhar pela janela para perceber o novo mundo em que me encontro. Janelas são pontes entre o espaço de dentro e o conhecido-desconhecido lá de fora. Entre o quente e o frio, entre o cómodo e a aventura.
Precisamos de espaços seguros dentro de nós, onde as raízes estejam a falar constantemente de belezas profundas e toques de infância. As janelas são lugares de inspiração antes de alguém se lançar no voo, aceitar o que vier, querer e desejar as maiores plenitudes.
Faz falta parar, é preciso estarmos connosco e reconhecer fragilidades amadas. Faz falta criatividade, e uma vontade cristalina de trazer luz às sombras, minhas e dos outros... No espaço da minha janela, aquela que hoje encontro, sinto-me bem, saudável, incrivelmente transparente a raios de luz clara.
Precisamos de espaços seguros dentro de nós, onde as raízes estejam a falar constantemente de belezas profundas e toques de infância. As janelas são lugares de inspiração antes de alguém se lançar no voo, aceitar o que vier, querer e desejar as maiores plenitudes.
Faz falta parar, é preciso estarmos connosco e reconhecer fragilidades amadas. Faz falta criatividade, e uma vontade cristalina de trazer luz às sombras, minhas e dos outros... No espaço da minha janela, aquela que hoje encontro, sinto-me bem, saudável, incrivelmente transparente a raios de luz clara.