
Um dos desafios que constantemente nos bate à porta do coração é o modo como olhamos aquilo que temos que fazer. Quando começam as rotinas, fica difícil encontrar alguma frescura em paisagens conhecidas. No meio do ruído do dia-a-dia é possível passar por todas as coisas como se nada nos tocasse.
Um exemplo disso são os desertos das grandes cidades, onde todos somos anónimos, onde nos sentimos a fazer parte de estruturas que não pensam em nós e naquilo que nos move. Podemos viver um dia sendo e fazendo aquilo que é suposto, sem nada de original.
E depois, cansamo-nos, a vida já não nos preenche. O grande desafio é mantermos sempre o coração aberto e disponível para acolher tudo, mesmo que sejam coisas iguais. Existe uma generosidade em cada um de nós que nos permite levar a Vida para além das fronteiras do conhecido e criarmos espaços originais onde somos cada vez mais completos. Isto pode tocar tantos aspectos da nossa vida, como o empenho nos estudos, a qualidade das nossas conversas, a atenção aos outros.
Uma das nossas marcas de bondade mais autêntica é a generosidade, de darmos o melhor em tudo, todos os dias.
Um exemplo disso são os desertos das grandes cidades, onde todos somos anónimos, onde nos sentimos a fazer parte de estruturas que não pensam em nós e naquilo que nos move. Podemos viver um dia sendo e fazendo aquilo que é suposto, sem nada de original.
E depois, cansamo-nos, a vida já não nos preenche. O grande desafio é mantermos sempre o coração aberto e disponível para acolher tudo, mesmo que sejam coisas iguais. Existe uma generosidade em cada um de nós que nos permite levar a Vida para além das fronteiras do conhecido e criarmos espaços originais onde somos cada vez mais completos. Isto pode tocar tantos aspectos da nossa vida, como o empenho nos estudos, a qualidade das nossas conversas, a atenção aos outros.
Uma das nossas marcas de bondade mais autêntica é a generosidade, de darmos o melhor em tudo, todos os dias.






