30 abril 2008

Regresso

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A paz dentro de nós é o que permite deixar acalmar a poeira e ver o caminho que temos pela frente. Não se consegue a paz sem esforço, se bem que não deixa de ser um dom. Mas passa também muito por aquilo que decidimos acerca de nós próprios, da verdade que queremos e ousamos ter diante de nós. Sem medos, sem preconceitos, rodeados de certezas felizes, como se fossem abraços.

Porque estamos rodeados de coisas melhores do que imaginamos e podemos sentir o quanto fazemos parte delas. E do quanto podemos fazer por elas.

Há um regresso que cada dia podemos fazer dentro de nós, para nos rir das mil voltas que fazemos, perdendo tempo com inutilidades por vezes tão urgentes. Somos assim... mas sabemos ser tão melhores, e fazer aquilo que sonhamos.

29 abril 2008

Somos feitos para o bem

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Li ontem uma coisa que nunca me tinha dado conta. Que para o ser humano é tão espontâneo proteger o rosto com as mãos quando qualquer coisa vem na nossa direcção, como estender a mão se alguém cai ao nosso lado.

Temos uma espécie de instinto que nos protege e que protege os outros. Acredito que o ser humano é fundamentalmente bom e feito para ajudar os outros. E depois surgem tantas questões de como o egoísmo bloqueia o que é mais natural em nós. E isso magoa mais, porque temos consciência de que não estendemos as mãos e até provocamos as quedas.

O que se poderia fazer para sermos mais espontâneos de coração, como dizer e explicar que temos uma capacidade natural para o bem? Seria bom agradecer os gestos que fazemos, procurar te-los como uma marca autêntica do que somos, sem olhar a ressentimentos e cálculos de perder e ganhar.

28 abril 2008

A quem sabe decidir

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Gostaria de dedicar hoje um canto especial a quem sabe caminhar de acordo com sonhos corajosos, que deixa crescer as sementes sem saber em que campo irão florir. A quem sabe dizer que Sim ao que a Vida pede.

São exemplos que motivam as minhas esperanças, me fazem acreditar nas extraordinárias capacidades que temos de superar coisas grandes que, olhadas de frente, ficam pequenas.

A quem tem olhares verdadeiros desde fundo e desde dentro e aquele brilho no olhar que leva serenidade e faz querer ir atrás.

Se pensássemos que temos entre mãos tais oportunidades de seguir estas cores e saber fazer caminhos próprios com a mesma força, seríamos melhores em muitas coisas, sobretudo nas pequenas maravilhas que fazemos cada dia.

27 abril 2008

A beleza da Luz

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Quem me dera poder gritar bem alto que a nossa luz é muito feliz! E que podemos dizer hoje que temos tempo mais que suficiente para nos dedicarmos àquilo que é mais importante. Que estamos sempre a tempo de recomeçar caminhos esquecidos e olhar de novo as flores da paisagem.

Que a tristeza do momento presente não é tudo o que temos agora, apesar de a sentirmos como peso que nos tira as forças.

Não há segredos nem receitas mágicas para sermos felizes. Há uma descoberta sempre nova e exigente de nos sabermos capazes de ser mais fortes do que supomos, de ir além do que nunca poderíamos imaginar. A história das nossas conquistas são muitas vezes rodeadas de surpresas, porque descobrimos que fomos capazes de confiar além dos muros da nossa casa. E pudemos sorrir com aquilo que somos e fomos criados para ser.

25 abril 2008

O que temos para dar

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Aquilo que distingue a qualidade do que temos a dar como pessoas, e de transmitir os valores em que acreditamos, tem a ver com a qualidade com que fazemos nosso aquilo que dizemos.

Nota-se quem fala só com palavras e quem fala através de uma magia escondida na voz, que às vezes até comove, e um brilho irresistível nos olhos.

Isto não se faz de um dia para o outro. É como cuidar diariamente uma semente que dará frutos que não se podem prever. Carregados de surpresas, genialmente nossos e ao mesmo tempo de ninguém. Dados ao mundo como calor e sabor de mar, que toca os extremos da tristeza e da alegria, da vergonha e da coragem. Seremos tão mais autênticos quanto maior e mais consciente for a profundidade do que somos. E pergunto-me porque esperarei tanto para o ver...

23 abril 2008

A Verdade liberta

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O óbvio está sempre diante dos nossos olhos e muitas vezes não o vemos. Como quando procuramos algo, que afinal está ali em cima da mesa e viramos as coisas do avesso, até que acabamos por nos rir com a nossa distracção.

A nossa verdade diz respeito àquilo que temos hoje e agora, não a ideais futuros, nem a coisas que passadas às quais continuamos a dar uma importância excessiva. Se vivemos entre sonhos e memórias, não podemos deixar de perceber que o que existe agora é o mais concreto que temos entre mãos. Que podia ser muito diferente e melhor, mas é o que temos.

Ao saber o que tenho, posso tomar tudo como um papel onde desenho, ou uma pauta onde escrevo música. Não posso desenhar no vento nem esculpir em pedras enterradas. E a liberdade nasce de um acarinhar as oportunidades presentes e fazê-las os meus caminhos possíveis de liberdade.

21 abril 2008

Cuidados

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Por uma série de circunstâncias e conversas, hoje tenho andado a pensar muito num determinado tipo de compromisso. Tem a ver com a qualidade da minha Vida, nas coisas mais quotidianas.

Normalmente, pensamos que o que há a agradecer são acontecimentos extraordinários, ou coisas que acontecem em relação às pessoas que nos são próximas. Pensamos que sempre tem de haver qualquer coisa que nos encha a alma para poder dizer que o dia nos correu bem. De resto, um dia normal, faz-nos ficar indiferentes e se nos perguntam como foi o dia?: eh... normal, nada de especial.

E passa-nos ao lado uma série de coisas que poderíamos cuidar, sobretudo a qualidade daquilo a que nos comprometemos no dia-a-dia, a nossa saúde, aquilo que podemos fazer sempre melhor, até ler um livro que está a ganhar pó há muito tempo, em cima da mesa. Há uma marca nossa mais autêntica, que nos fala de como podemos ter sempre muita luz em tudo o que decidimos ser a nossa vida actual.

20 abril 2008

As nossas marcas

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Muitas vezes os sorrisos que fazemos são transparências. É uma felicidade ver olhares felizes. Pergunto-me o que as pessoas precisarão mais... que lhes apontem caminhos? ou que lhes observem o modo como vivem? Vivemos de conselhos que damos a quem gostamos, ou que nos fazem.

Precisamos todos de seguranças, que nos digam se o que dizemos e fazemos ajuda a construir algo novo e de sólido. Ao mesmo tempo, queremos sempre construir coisas segundo expectativas.

Há um equilíbrio, às vezes não muito fácil, entre expectativas e originalidades. Acredito que o que é mais autêntico é o que nos sai do coração... os gestos, os olhares e as palavras fazem acreditar aquilo que somos e que temos para dar.

O que tenho para dar? Às vezes tão pouco segundo a medida dos meus raciocínios. Mas por vezes, as expectativas fazem pouco do que sou, ao passo que a originalidade é mais fundamentada. Transparências que marquem... seria de investir mais nisso.

18 abril 2008

Ir longe com a música

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Há momentos em que parece que saímos fora da realidade... Estive há bocado num ensaio com alguns companheiros de Madagáscar que vão cantar numa Missa e me pediram para acompanhar alguns cânticos com a guitarra.

Sem falar tanto da riqueza da diversidade cultural que isto implica, falo mais de sons longínquos. Começaram a cantar um cântico lento, uma voz, duas, três, que se iam multiplicando ao longo do ritmo. E deixei-me levar, até uma paisagem de planície enorme, com céu cor de rosa quente.

E senti-me com desejo de ir para longe, experimentar coisas novas e novos lugares onde encontre coisas diferentes... é bom não deixar parar o coração! Aquilo que faz parte de uma alma viajante é ser grande, mesmo que não saia do mesmo sítio.

17 abril 2008

Novidades

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Por muito que façamos coisas novas e isso também depende das alturas do ano, vejo que a grande maioria dos nosso dias se passam em horas de rotina. Passamos pelos mesmos lugares, estamos com as mesmas pessoas, ocupamo-nos nas mesmas coisas.

Somos familiares com um determinado estilo de Vida, ao qual nos vamos habituando. Se por um lado, isto é bom, porque deixamos que o tempo passe e integremos aquilo que é o mais habitual em nós, por outro, há o risco de ficarmos só pelo que já nos acontece habitualmente. E dou-me conta de que nada é tão triste como uma monótona rotina.

Porque deixamos que a luz do nosso olhar faça perder a cor ao que acontece, como fotografias que apanham muito sol e só nos damos conta quando deixam de ser bonitas. Um tipo de paragem ao início e ao fim de cada dia pode ajudar-nos a renovar e a atirarmo-nos com nova energia ao que acontece. Podemos ser sempre pintores muito criativos, e nunca nos cansamos de ser assim.

PS: Acho espectacular este boneco =)


15 abril 2008

Perguntas fundamentais

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Estes dias tenho andado às voltas com uma série de questões sobre o modo como se pode ler a Vida e o mundo a partir de algo que seja comum. Tem sido uma busca que não tem trazido para já muitos frutos, mas que dá para pressentir, de alguma maneira, que um dia poderá acontecer uma espécie de click interior.

Encontro-me muitas vezes numa espécie de dilema entre as certezas interiores de um amor fundamental que orienta os acontecimentos, que eu, de modo mais ou menos consciente, acabo por me maravilhar e acabar por ter a tentação de ficar por ali, a saber que afinal já sei sobre muitas coisas do Espírito e serve para aquilo que percebo ser uma Vida autêntica e feliz.

A outra parte é uma curiosidade de poder expressar isto de um modo corentemente lógico, uma espécie de elaboração mental que ligue os cabos do que acontece à minha volta e dentro de mim. Porque não funciono de modo perfeito e nem o que acontece à minha volta é perfeito... por vezes mesmo nada perfeito.

A resposta estará em partir do que são as inspirações do coração, e o que se contrói de verdadeiro com elas. Para que não fique só pelas consolações, mas não queira encontrar tudo só em ideias geniais.

14 abril 2008

Caminho certo

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Sei por onde vou... à minha vista vão-se abrindo os espaços que sempre sonhei e completam as minhas buscas de cores específicas. Há passos que se fazem em silêncio, obrigatoriamente, com tempo para os contar e ver fazer o caminho que sempre quis.

Porque seria difícil estar completamente atento ao que faço e sinto... pelo menos poderia aproveitar melhor o toque de uma brisa suave. Quando saí de casa, recebi um vento de longe, que trazia saudades e vontade de estar sentado sem olhar os ponteiros do relógio. Um breve momento, aqueles instantes em que temos o privilégio de sermos levados para além de nós próprios e tornarmo-nos anjos sem sombras que vivem perto da luz.

Os caminhos certos fazem-se de aproveitar aquilo que podemos fazer e estarmos inteiros em cada um dos nossos passos.

13 abril 2008

Fontes da Alegria

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Tenho-me dado conta que a alegria pertence aos resultados de ter encontrado alguma coisa. Ou algo que se perdeu e, depois de a procurar, se encontra... ou algo que se procurava alcançar há algum tempo e finalmente se conseguiu. Ou alguém que não se via há muito tempo e se reencontra. Ou, finalmente, uma surpresa que muda muitas coisas do presente.

A alegria tem algo de abraço a um presente que acontece ou que acredito que esteja para acontecer. Aí liga-se à esperança e o coração não fica parado no pessimismo e no desânimo, ou na preguiça.

Quando algo ou alguém é encontrado e abraçado, é um presente novo que lança energias para o futuro... um tesouro que não se pode perder, por pequeno que seja. Afinal de contas, cada dia vemos o pôr do sol com as mãos cheias de surpresas...

12 abril 2008

Imagem

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Hoje poderia agradecer a Luz que me faz autêntico
e faz caminhar o desejo de nunca desistir de me alegrar.

Bom fim de semana! =)

11 abril 2008

Se fossem quadros

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Qual seria a minha galeria de arte, onde pusesse nas paredes sentimentos e histórias significativas? Se passasse tudo em grande velocidade, ficaria a impressão que a luz não tinha tempo de desenhar todas as cores. O meu mundo é imenso.

E percebo que João acabe o Evangelho a dizer que se se pusesse por escrito tudo o que Jesus fez, o mundo não poderia conter os livros que se teriam de escrever. Não é nada distante da realidade... Se considerar os toques importantes da vida e os gestos que construí e me construíram, sobretudo os que partem de corações amáveis e amados, não acabaria no resto dos meus dias de agradecer... e às vezes perdoar e pedir perdão.

A Vida é impressionante e perdemos tanto em querer vive-la com uma intensidade que tire o sabor que tudo tem. Porque encontrarei tantos quadros incompletos, apenas esboços, sem o toque que daria a genialidade do artista.

09 abril 2008

Contraste

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Quando anoitece em Roma, nestes dias, depois de um dia de sol, o céu fica de um azul forte, muito forte, antes de começar a escurecer. É verdadeiramente estar envolvido num azul intenso, sentado nas escadas da igreja a ver a Cidade regressar a casa, apressada e ruidosa.

Alguém me disse que, de facto, o céu não está assim tão azul. As luzes amarelas das ruas e as cores laranja e vermelho das casas fazem com que haja um contraste grande entre o azul e o amarelo. O azul aparece mais azul e o amarelo fica mais amarelo... Ainda bem que existem contradições e opostos, senão, os meus fins de tarde não seriam mergulhados em ouro e topázio, como uma coroa que envolve o silêncio desta hora.

E fiquei a pensar que tantas vezes seria melhor que tudo fosse linear, que não houvesse motivos de escolhas difíceis... mas é esta a riqueza da Vida... são as escolhas que me levam à busca de ser autêntico e construir-me de forma eterna.E sem contrastes, tudo seria uma pacífica monotonia, bonita, mas monotonia...

08 abril 2008

Ponto de partida

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Em determinados momentos da nossa Vida, quando achamos que há muitas coisas no coração a exigirem de nós, é útil parar e decidir. Não é fácil deixarmos de lado coisas que parecem tão urgentes, já que o tempo é sempre tão escasso e, tão útil para não o perder para estar a mexer em coisas que se esperam vir a ser resolvidas mais cedo ou mais tarde. Se vierem...

Como em tudo, um equilíbrio entre agir e pensar como agir é muito importante. Sobretudo em matéria de sentimentos. Os ponteiros do relógio fazem rodar os sentimentos, quando não temos a coragem e a paz de os fazer girar ao ritmo do Essencial.

Há qualquer coisa parecida com a coragem em fazer isto: de ter para mim mesmo os nomes do que se passa em mim. Tem tanto de salto arriscado como de confiança na paz. Quando sei o que o coração tem e não tenho medo disso, tenho o meu ponto de partida, nem bom, nem mau, é o que tenho e o que sou. E assim posso saltar de braços abertos para o que a Vida me pede, sabendo que só quero ser autêntico e feliz.

07 abril 2008

Mar

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No mar não se fazem muros, nem estradas. Não posso marcar um território só meu e um reino de animais marinhos e algas que me pertençam. No mar só consigo viver na superfície, e ir lá ao fundo é uma aventura que me supera.

O mar tem tanto de assustador como de tranquilizante... é horizonte e é fim. Serve para o atravessar, entre riscos e descobertas. Ir ao fundo do mar é encontrar paisagens que não vejo habitualmente. Fico rodeado de água, na qual não me movo habitualmente.

O mar é livre e quando me recebe, fá-lo totalmente. Não me impede de passar através dele, nem de entrar nele quando quiser. Mas nunca o trago completamente comigo... apenas o ficar molhado e a emoção de ter estado dentro de algo gigante e precioso.

E é este mar eterno que trago comigo, águas criadas pelo espírito de Deus que me levam a entrar em mim, na liberdade, no risco, no encanto, e na Beleza.

06 abril 2008

Transparência

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Assim sem esperar, há olhares que mostram toda uma pessoa, os seus desejos e sonhos, aquilo que pertence ao imaginário que se quer conseguir e se leva para toda a parte.

Há estes momentos em que não se hesita em querer saber o que move a intimidade, qual o segredo de um coração peregrino que só quer caminhar, buscar, perceber. Em toda a minha vida são poucas as vezes em que me encanto com a sinceridade de uma pergunta: o que vai ser de mim?

E é como se um raio de sol descesse sobre uma palavra ouvida que tantas vezes queria ter mais presente, querer ser o que Deus quiser que eu seja. E vê-se paz e consolação nesta mistura de verde de esperança e amarelo de alegria. Uma incerteza tocada por verdades certas conseguidas em toques de alma. E fui para casa agradecer, por me descalçar diante de terrenos fortes e sagrados onde acontecem mistérios de Vida que eu próprio procuro.

05 abril 2008

Ficar mais perto

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Que sejam dias de mudança para algo novo, para o melhor de nós dentro de nós. São bonitos os olhos de luz que arrastam os corações para a felicidade, são bons os abraços que trazem escondidos os sons de uma música que se pode dançar por cima das nuvens.

Precisaríamos de, cada dia, termos decisões mais sérias e mais felizes, aceitarmos que podemos ser livres, grandes, viajantes de horizontes novos.

Há sempre uma maneira de recomeçar o que se quiser... =)


03 abril 2008

Em busca de paz

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A paz dentro do coração não é um caminho linear. Sobretudo porque não se chega lá através de um esquecimento ingénuo dos pesos da nossa história. Há uma dimensão de luta corajosa diante de muralhas que se erguem em nós, e às quais vamos tentando escapar, andando às voltas para evitar encontros óbvios.

Um coração marcado por um desejo de paz não tem medo da verdade, de se pôr diante de tudo com vontade de ficar esclarecido, para chamar pelo nome as coisas que são ridículas e as coisas que são importantes.

A paz ajuda a decorar a casa com cores e flores bonitas e a atirar pela janela sombras que se desfazem com a luz do sol. E é admiravelmente eficaz em fazer isso. Depois, abre-se a porta, escancarada, sorri, respira fundo e caminha com passos plenos.

01 abril 2008

Dias de sol

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Começou já a primavera, com sol e calor... dias de perfumes intensos e vontade de estar a olhar para fora da janela a completar pormenores interiores que precisam de arranjar o seu lugar melhor.

Quando algo muito grande nos é dado, fica esta oportunidade de sentirmos a pequenez, de tentar dizer em palavras tímidas que não era preciso tanto... tudo porque somos olhados assim, de forma completa e amada.

Pergunto se valerá muito a pena gastarmos pensamentos em pensar que recompensas devemos ter dos nossos esforços e esforçarmo-nos por termos um quadro completo do que sucederá daqui a alguns dias, meses ou anos... Da experiência vamos ganhando a certeza de que as surpresas são mais e maiores do que imaginamos. Se algo de nós pomos nas nossas expectativas, acredito que muito mais deve ser posto no modo de estarmos abertos.

Porque senão, o sol aquece sem nos aquecer e vivemos rodeados de sons e perfumes sem os ouvir e sem os cheirar.
 

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